__________ Itapema, suas histórias... __________

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

THIAGO FERREIRA, Herói ITAPEMENSE de 1932






Thiago Ferreira [foto à esquerda], nasceu no dia 01/05/1909, em Santos/SP. Filho de Manoel Paulo Ferreira (Marítimo) e Dona Anna Margarida Ferreira (italiana). Tendo como irmãos: Marieta, Albertina Cristina Edith, Oscar, Juvenal, Onofre Guilherme e Pedro.
Aos 8 anos de idade mudou-se com a Família, por motivos de trabalho do pai, para ITAPEMA/SP (hoje Vicente de Carvalho/SP) residindo próximo ao "Pontão das Barcas", no Distrito. 
Durante a mocidade prestou Serviço Militar pelo Tiro Naval (na vizinha cidade santense). Frequentava o CIR - Clube Internacional de Regatas, ainda sediado no Itapema e integrou uma de suas Equipes de Remo. Também foi Presidente do centenário Itapema Futebol Clube (I.F.C.).
Com a morte do pai, assumiu Thiago a responsabilidade de liderar a Família Ferreira. Muito querido por todos colaborava em obras de benemerência aos que mais necessitavam, principalmente em Itapema/SP prestando auxílio farmacêutico. Trabalhou na Inspetoria de Saúde, exercendo o cargo de Funcionário de Saúde do Porto. 
À época mantinha Compromisso de Noivado com a Senhorita Zilda Almeida.
Naqueles idos, tendo sido vitoriosa a Revolução Tenentista de 1930, liderados por Getúlio Vargas, suplantada a Velha República, os Líderes do Partido Democrático (PD) e as Elites Paulistas esperavam que o Brasil voltasse a normalidade democrática. Contudo, Vargas negava-se a estabelecer uma nova Constituinte. Bem como mantinha a Intervenção Administrativa nos Estados brasileiros, cautelosamente São Paulo.
A CAPITAL PAULISTA REBELA-SE COM AS ATITUDES DE VARGAS, QUE FERIAM A SOBERANIA DO ESTADO DE SÃO PAULO [1932].

A classe política preservando seus interesses, intentava o domínio da situação. O Partido Republicano Paulista (PRP) perdera a força e sua índole conservadora reorganizava-se, sucumbido ante a derrota anos antes na Revolução dos Tenentes, mas nunca fora ligado ao povo. Noutra vertente o extremismo das hostes contraditórias do PPP. Por ter avalizado a candidatura de Getúlio, o Partido Democrático (PD) acreditou estar perto do Poder, que chegara a hora de passar da Oposição para a Situação governista. Todavia, Vargas e os Líderes Tenentistas receavam o mando dos Democratas Paulistas. Em Janeiro de 1932, os liberais do PD romperam de vez com Getúlio Vargas. Juntaram-se aos velhos Republicanos do PRP, nascia a Frente Única Paulista (F.U.P.) para lutar pela Constituição e um Governador eleito para o Estado de São Paulo.
100 mil pessoas protestando embaixo de chuva, na Praça da Sé...
"- Política, Thiago!... - Debatiam os amigos nos encontros. - A confusão é lá com eles... - Embate esse em que o autoritário Vargas impunha sua vontade política, enquanto fumava seu charuto. A bater as cinzas e amesquinhar a importância do Estado Bandeirante.
O JORNAL 'O ESTADO DE S. PAULO' NOTICIA A INSTALAÇÃO DA REVOLUÇÃO CONSTITUCIONALISTA [1932].
       
Há muito notícias vindas da Capital Paulista impacientavam Thiago Ferreira. Arrochava-se a Ditadura Varguista: censura policial, desbarato de dinheiro público, escândalos, desmandos, nomeações espúrias, perseguições. 
Bastou a deflagração do Movimento Revolucionário num turbulento 9 de Julho, na Capital Piratininga, a qual convulsionava em manifestações à semanas pelas ruas, acrescidas pela morte de quatro Estudantes Paulistas (M.M.D.C.), os primeiros mártires da Revolução de 1932 em confronto com partidários getulistas, para que todo o Estado Bandeirante se mobilizasse pela Causa Constitucionalista: De uma Constituição para o Brasil. Contra as intervenções de Vargas na Administração do Estado de São Paulo.
Frustrada a decisão política pelo voto, o caminho era a Guerra Civil.
Naqueles primeiros dias de novidade, emoções, conversas e controvérsias, discussões e comentários, tudo girando entorno do acontecimento e das notícias que chegavam, nos lares, nas portas de casa, nos bares, nas praças, o clima das ruas. Assim como na Capital de São Paulo, na região da Baixada Paulista muitos foram tomados de comoção cívica.
Os jornais anunciavam a Guerra e conclamavam os jovens a se alistarem nos Batalhões.
REPORTAGEM DO JORNAL 'FOLHA DA MANHÃ' REPERCUTE O ÍMPETO DA JUVENTUDE PAULISTA [1932].

Em todos os pontos da cidade, onde quer que houvesse um aparelho de rádio ligado ouvia-se incessantemente a palavra flamejante dos oradores da Revolução Constitucionalista, entremeada de Hinos Marciais e Marchas Militares incitando os populares à Guerra Cívica.
Autoridades Civis e Militares, Instituições agregaram-se em torno da Causa Paulista pela Constituição e Eleições. Comícios de Propaganda pela mobilização civil foram realizados em Santos/SP e cidades adjacentes da Baixada, reunindo centenas de cidadãos e inúmeras famílias entusiasmadas com o Movimento Revolucionário.
O Estudantes organizados panfletavam que iriam mostrar como se faz uma Constituição com a Pena e o Fuzil.
Na cidade de Santos/SP, consignada Sede Administrativa naqueles tempos, fez-se a centralização do recrutamento de voluntários. Formou-se os primeiros contingentes de batalha. Atraindo combatentes das cidades vizinhas da região do Litoral Paulista. Alguns de ITAPEMA/SP ou ligado a este.
A mocidade paulista impelida por um entusiasmo intraduzível, correu a alistar-se, decidida, corajosamente a seguir para as trincheiras.

[Propaganda Constitucionalista convoca os Paulistas a combaterem na Revolução de 1932]

Tudo por São Paulo! - Era o lema palpitante. E a juventude tudo queria dar, por e para a Terra Bandeirante. Até seu sangue generoso. Com uma bravura admirável. Dignificando-se a si mesma.
O espírito de sacrifício envolveu homens e mulheres de todas as idades e de todas as classes. Estudantes, Profissionais Liberais, Professores, Advogados, Jornalistas, Jogadores de Futebol, Operários, idosos e inocentes crianças. Afinal era um movimento integridade nacional. Portanto, Federalista e Civilista. Diante de um Governo dito Provisório caracterizado por ser centralizador e autoritário.
Neste sentido houve uma adesão geral das Classes Dominadas, sob a lideranças das Classes Dominantes. Momento quando as Classes Dominantes conseguiram incorporar as Classes Dominadas ao seu projeto político, como se fosse um só bloco.
Neste ambiente eletrizante de inabalável civismo, que empolgava a cidade santista e outras cidades da Baixada, assim como todas as regiões do Estado, formou-se no Litoral Paulista os contingentes de moços e homens de-meia-idade. Dispostos a cerrar fileiras na Linha de Frente a repelir o adversário ditatorial. Empunhando um fuzil, manejando uma metralhadora ou trocando golpes de baioneta.
Sem se preocuparem com as consequências da luta. Como morrem os Heróis autênticos. Tombada a matéria. De pé o indestrutível Ideal.

[Cartaz incita os Paulistas a lutarem pela Revolução Constitucionalista de 1932]  

Na Estação das Barcas, em Itapema/SP afixaram-se cartazes da Propaganda Constitucionalista. Não faltavam voluntários. Alguns amigos de Thiago Ferreira alistaram-se como combatentes. Havia quem falsificasse a idade para lutar no Front. A Causa da Revolução ganhava adeptos de toda a sociedade.
Ainda quando o pai morrera, Thiago não se acovardara e assumiu a Família... Não fosse Homem, vestiria saia. 
Alguém lhe enviara um panfleto que dentre outras coisas conclamava:
"Não deixemos São Paulo perecer. Morramos por ele, se assim for preciso!" - Ele relia, relia.
Levado pelo civismo para com São Paulo, Thiago Ferreira aos 23 anos de idade resolve engajar-se como voluntário na Revolução Constitucionalista de 1932. Apesar da oposição feita por amigos como o Sr. Edgard Perdigão (Chefe do Posto Fiscal, em Itapema). Por considerá-lo jovem demais. Mesmo diante do sofrimento da mãe, ingressou nas fileiras do Batalhão do Tiro Naval, onde recebeu o Nº 710.
Dia do embarque rumo ao Campo de Batalha. O jovem voluntário itapemense sentia a vibração intensa nas ruas da cidade. As pessoas dos arrabaldes e região chegando-se cada vez mais numerosa. Vinham trazer-lhes a homenagem confortadora da sua presença. No instante quase sempre doloroso da partida.
Havia sem dúvida, muitos corações amargurados pela dor imensa da separação. De saudade. O noivo que deixava a eleita de sua alma, tal como Thiago. Outros moços, filhos que iam partir levando gravada no espírito a imagem suavíssima de suas mães. As quais choravam no lar contristado. Irmãos e amigos que ficavam...
Oradores discursavam à multidão das sacadas das Repartições Públicas, calorosamente aplaudidos. Partiriam para a Glória ou para o abismo. Irredutível na defesa de seu Ideal, combater por São Paulo. 

[A música embalava as Tropas Constitucionalistas de 1932]

A tropa move-se em passo cadenciado. Vai para a Estação Inglesa (São Paulo Railway - S.P.R.) um trem reservado os espera. O Largo do Rosário e a Rua do Comércio quase intransitáveis. A multidão é grande. E acompanha, entre falas de incitamento e "Vivas São Paulo!", durante o trajeto.
Palavras são ditas, outras trocadas entre amigos, familiares, encorajadoras, de breve retorno e coragem no combate... Abraços distribuídos sem parar, lágrimas suspensas, confortos afetuosos.
Chegam ao Largo de Monte Alegre (Valongo). Centenas de pessoas ali se ajuntam. Sempre ovacionados penetram o interior da Estação a muito custo. Depois de atravessar a gentama de populares. Logo enche-se a composição da S.P.R.
O povo em massa soube glorificar os que daqui saíram. A multidão em volta  se comprimia ao comboio de vagões. Enquanto isso, falam aos voluntários, reservistas e à massa, vários oradores. Discursos vibrantes, de estímulo a bravura irreprimível dos Homens Paulistas, e de confiança integral no triunfo decisivo da Causa Constitucionalista. São Paulo há de vencer! 
Os voluntários sem se preocuparem se voltariam ou não. Dispostos a tudo para que São Paulo triunfasse. Mesmo que para esse triunfo ficassem insepultos nas trincheiras. No fundo do Sertão Paulista, a centenas e centenas de quilômetros distante de casa.
A Imprensa paulistana registraria o embarque do Batalhão do Tiro Naval:
"Santos, 21 de Julho (da Sucursal da Folha da Manhã) - O Movimento Nacionalista cresce de dia para dia o entusiasmo da população pela cruzada patriótica encabeçada por São Paulo e Mato Grosso para a volta do país ao Regime Constitucional. Velhos e moços dirigem-se aos quartéis dos vários Batalhões, inscrevendo-se voluntariamente. Digno de louvor foi o gesto que teve a mocidade do Tiro Naval de Santos assinando um "Pacto de Honra" para vencer ou morrer na defesa de um Ideal, que é ver o país redimido. E esses rapazes em menos de 24 horas organizaram o Batalhão de Reservistas de Santos, com cerca de 400 homens, tendo embarcado para essa Capital na Segunda-Feira última, debaixo de estrondosa ovação de compacta multidão que afluiu à Gare da Ingleza para levar-lhes despedidas e palavras de incitamento."
MAPA DO ESTADO DE SÃO PAULO SUBLEVADO DURANTE A REVOLUÇÃO CONSTITUCIONALISTA DE 1932.

A locomotiva dá o sinal de partida. A multidão braceja impetuosa, corre para a frente. Quer acompanhar os vagões pelo leito da via férrea. Até onde lhe for possível... Centenas de pessoas aos "Vivas" estridentes. E o comboio toma maior velocidade... Ficam ali, como que petrificados ao solo. A acenar lenços de todas as cores. Num adeus que parece eterno... O trem avança pela estrada de ferro da Serra do Mar.
Dentro dos vagões comentasse com entusiasmo cívico. Conversam longamente, falam de suas atitudes cívicas. Relembram alguns acontecimentos sentimentais, engraçados. Fazem piadas das mínimas coisas e situações...
Foi debaixo de um nunca acabar de galhofas, entremeadas de palavras de ordem que adentrou a Gare da Luz, no coração de São Paulo.
Após breve treinamento, Thiago e os companheiros do Batalhão do Tiro Naval são chamados para receber armamento. Foi com um contentamento transbordante, que os moços pegaram o fuzil. Agora Thiago Ferreira era um Soldado Constitucionalista, logo seguiria para a Zona de Operações... A caminho do Front o rádio transmitiu a palavra de Alberto Santos Dumont, que doente em seu retiro na Ilha de Santo Amaro (Hotel La Plage) dirigia a todos os brasileiros sincero apelo em prol da paz:
"(...)os problemas de ordem política e econômica que ora se debatem, somente dentro da lei e num quadro de plena concórdia poderão ser resolvidos..." - E dali a pouco a noite mergulhou nos acordes marciais da "Sambre et Meuse".
CARTA ABERTA DE SANTOS DUMONT NUM APELO PELA PAZ NACIONAL [1932].

[Frente Norte Revolução de 1932]



Seria enviado para lutar na Frente Norte da Guerra Cívica Paulista (Vale do Paraíba), comandado pelo Coronel Andrade. Não demora ser inserido no cotidiano do Conflito Armado. Levantar barricadas contra as balas inimigas. Cavar trincheiras em solo duro ou lamacento. Marchar por quilômetros deslocando-se para surpreender as Tropas Ditatoriais de Getúlio Vargas. Patrulhas de Reconhecimento do terreno. Vigiar posições estratégicas. Comendo pouco e dormindo nas condições mais precárias. Guardar sentinela na escuridão, sob chuva, enfrentando o frio, ventos impetuosos sem nada falar, nem fumar, ouvidos atentos ao menor ruído, pronto para abrir fogo a primeira suspeita. Proteger-se do bombardeio aéreo dos Aviões Federais, despejando bombas de fazer tremer o chão... 
Os combates já duravam dias desde o final de Julho, um mês de Campanha. O Coronel Andrade alentava o ânimo dos combatentes:
- Resistam, Bravos Paulistas!! - Insistia ser indispensável lutar, enquanto houvesse um Soldado Constitucionalista com vida. Se alguma bala os atingisse seria um Paulista a menos, mas São Paulo teria a Vitória.
Era um inferno de fogo, gemidos e corpos dilacerados. Trovejavam canhões, fuzilaria, o rajar da metralha... Choviam granadas por cima das cabeças, nuvens de pó e fumo envolviam as trincheiras...
SOLDADOS CONSTITUCIONALISTAS EM TRINCHEIRA NA REGIÃO DA CIDADE DE SILVEIRAS/SP [1932].
TRINCHEIRA CONSTITUCIONALISTA - FRENTE NORTE [REVOLUÇÃO DE 1932].

13 de Agosto, as Forças Paulistas vencem importantes batalhas no Setor Norte (leste do Estado de São Paulo).
Circula pelas barricadas um retalho de jornal com o poema revolucionário "Pola Grey", de Martins Fontes:

"(...)Isento de ambições, funde todas as classes
 Num só corpo, e de pé, em porfias tenaces,
 E sem mais repousar, sem cessar, em tumulto,
 Castiga a usurpação e, repellindo o insulto,
 Consegue, ao transfundir de um sangue ardente e novo,
 Demonstrar quanto é grande a justiça de um povo!..."

18 de Agosto, em Silveiras/SP, o Batalhão da Reserva do Tiro Naval resiste a um violentíssimo ataque da Artilharia das Tropas Getulistas.
O telefone de Campanha informa recrudesceu o bombardeio aéreo. O frio enregela. Violentas ofensivas contra o Destacamento do Leste. Esquadrilhas lançam bombas sobre as posições Bandeirantes...

Thiago Ferreira [imagem à direita] sucumbiu em ação bélica travada na região da cidade de Silveiras/SP (Fazenda Flores), durante o 12º combate no qual tomava parte o Batalhão do Tiro Naval, após o dia 19 de Agosto de 1932. Fato este presenciado pelo companheiro Américo de Oliveira Ratto, que o viu tombar mortalmente ferido. Primeiro nas mãos e, logo depois, metralhado pelo fogo das Tropas Ditatoriais Varguistas. No peito da farda cáqui uma carta empapada de sangue, que serviu de incentivo aos soldados:
"Vêde, a mulher paulista não chora. Reza e trabalha por vós e para vós! Sereis dignos dela..." - Não voltaria para os braços da noiva, Zilda Almeida que aqui deixara a esperar.
Após o ferrenho ataque seu corpo jamais foi encontrado. Tornando-se Figura Insigne Constitucionalista do "Soldado Desaparecido".
Todavia, haverão de repetir como naquele momento em que se perdiam Heróis piratiningas:
"- Bem, a guerra não vai acabar porque morreu um soldado!"
ANTIGO BUSTO DE THIAGO FERREIRA, SOLDADO CONSTITUCIONALISTA DE 1932, NO "PONTÃO DAS BARCAS" [ITAPEMA/SP].

A Revolução Constitucionalista prolongou-se por quase três meses e mobilizou estimados 270 mil homens, armados de fuzis, metralhadoras e granadas. O Exército Revolucionário formado de militares, soldados da Força Pública Paulista e voluntários, registrou cerca de 73 mil combatentes em suas fileiras.
Nunca houve no Brasil ao transcorrer do século XX, um conflito armado dessa dimensão. A Guerra prolongada, travada em trincheiras e alguns armamentos usados fizeram da Revolução Constitucionalista de 1932, parecer uma recriação da Primeira Grande Guerra Mundial. Refletindo as novas formas de combate, a empregar artilharia pesada, combates aéreos, bombardeios de cidades, batalhas aéreo-navais.
Oficialmente a Revolução de 1932 terminou no dia 2 de Outubro, com a assinatura do Armistício. Saldo estimado de 2 mil soldados mortos.
Embora São Paulo tenha se rendido honrosamente, enfim promulgou-se a Constituição em 1934. Contudo, a sanha autoritária do Presidente Vargas não se aquietou. Como apontavam os Liberais Paulistas, Getúlio era de fato um Ditador. Em novembro de 1937, Getúlio Vargas fecha o Congresso Nacional Brasileiro, rasga a Constituição e instala o Estado Novo.
INAUGURAÇÃO DO BUSTO DE THIAGO FERREIRA, SOLDADO CONSTITUCIONALISTA - ITAPEMA/SP [FEVEREIRO DE 1962].

O Soldado Constitucionalista, Herói itapemense de 1932, que já teve seu busto no "Pontão das Barcas", dá nome a importante via do próspero centro comercial do Distrito, a Avenida Thiago Ferreira. Dotada de inúmeras lojas, de roupas, calçados, de brinquedos, móveis, eletrodomésticos, lanchonetes, restaurantes, papelarias, agências bancárias, prestadores de serviços, consultórios, escritórios diversos, etc, onde aflui diariamente milhares de consumidores da cidade, bem como das localidades adjacentes. Há décadas gerando emprego, oportunidades de negócios para ITAPEMA/SP e região.
AV. THIAGO FERREIRA - HOMENAGEM AO HERÓI ITAPEMENSE CONSTITUCIONALISTA - ITAPEMA/SP [ANOS DE 1970].      
AVENIDA THIAGO FERREIRA - ITAPEMA/SP [ANOS DE 1980].
AVENIDA THIAGO FERREIRA - PRÓSPERO CENTRO COMERCIAL DO DISTRITO ITAPEMENSE/SP.

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